Desenvolvimento de tecnologia no Brasil
Com investimentos de cerca de R$ 20 milhões e a inauguração de dois laboratórios de
pesquisa no Brasil em 2011, implantados em parcerias com universidades, a Shell reafirma a importância da área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e reforça a posição estratégica do Brasil para a empresa.
A Shell é uma das empresas de energia que mais investem em P&D, globalmente, na constante busca de novas tecnologias e produtos. No Brasil, cerca de R$ 20 milhões investidos pela Shell em pesquisas no Brasil ultrapassam o mínimo exigido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) – órgão regulador do setor –, que é de 1% do faturamento bruto gerado nos campos de alto volume de produção de petróleo. Esse esforço ganhará impulso neste ano, com a inauguração de laboratórios de P&D implantados em parceria com universidades.
“Não estamos falando apenas de projetos futuros, mas de ações que consolidam investimentos já realizados. E avaliamos continuamente novos programas, buscando formas de promover o desenvolvimento de tecnologia local no Brasil”, destaca o presidente André Araujo. No segundo semestre, será inaugurado um laboratório voltado para a Modelagem Estratigráfica de Reservatórios em Águas Ultraprofundas, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atualmente, contém o maior tanque de experimentos do mundo para esse tipo de pesquisa, que investiga a modelagem física de reservatórios de petróleo como os existentes no Brasil.
Ainda este ano, entrará em funcionamento o laboratório de Biocombustíveis Avançados, na Universidade de Campinas (Unicamp). As pesquisas sobre biocombustíveis de segunda geração, que se utilizam de resíduos para produção de energia, já se encontram em andamento desde 2008 e serão reunidas nos laboratórios instalados no prédio a ser inaugurado. Esse investimento confirma a importância do país na estratégia global do Grupo. Para o futuro, as perspectivas continuam positivas. “Estamos avaliando vários projetos. Temos grandes expectativas de que, a partir de 2012 e com o início das atividades de produção da segunda fase do BC-10, teremos novos recursos para continuar destinando à área de pesquisa”, afirma Araujo.
Expandindo as ações de investimentos sociais
A Shell tem muito por comemorar em 2011 na área de Performance Social. Além do aniversário de dez anos do Iniciativa Jovem, programa destinado a ajudar os jovens empreendedores a desenvolver o seu próprio negócio, e dos tradicionais projetos da empresa, mais dez novos projetos de capacitação e geração de renda serão iniciados em comunidades da área de influência da empresa. No total, serão cerca de R$ 6 milhões em investimentos diretos ou por meio de incentivos fiscais por desenvolver no Rio de Janeiro, no Espírito Santo eem Minas Gerais.
No ano passado, a Shell já destinou cerca de R$ 2,3 milhões a programas como o Iniciativa Jovem, o Promover, o Monitoramento por satélite da baleias jubarte, o programa Junior Achievement, os Prêmios Shell de Teatro e Música e a Parceria Mundial de Segurança Viária. Tanto o Iniciativa Jovem quanto o Promover são voltados para a capacitação e geração de renda de forma sustentável, maneira encontrada pela empresa de compartilhar seus conhecimentos de empreendedorismo e inovação com a sociedade. “Esses são dois projetos que se mantêm fortes em 2011 e vamos continuar trabalhando para
que eles cresçam ainda mais. É importante que os funcionários da Shell saibam da relevância e acompanhem de perto as ações realizadas por esses programas”, enfatiza o presidente André Araujo.
Desafios ‘onshore’
Um dos maiores desafios para a área de Performance Social será a implementação dos projetos na bacia do São Francisco, em Minas Gerais. Porser o primeiro projeto onshore da Shell no Brasil, é necessário ter uma noção mais clara do impacto das atividades sísmicas nas comunidades locais e nos patrimônios naturais. “Estamos trabalhando desde o ano passado neste projeto, realizando avaliações das condições socioeconômicas da região e dos stakeholders locais. No momento, está sendo feita a avaliação dos impactos socioambientais que as operações podem provocar no entorno da comunidade”, ressalta Simone Guimarães, Gerente de Comunicação Corporativa e Performance Social.
Novos projetos contemplados em 2011
•Projeto Grael (Niterói/RJ): focado em promover a cultura da maritimidade e ribeirinha, ampliando o acesso aos esportes náuticos como instrumentos de educação, estímulo à profi ssionalização, construção da cidadania e inclusão social;
•capacitar (RJ): oferece capacitação náutica e formação psicossocial com preparação para o mercado de trabalho;
•Ação comunitária do Brasil – Kina Mutembua (RJ): trabalho que integra capoeira com as danças afro e contemporânea;
•Passageiros do futuro (RJ): visa formar futuros técnicos das artes cênicas;
•curta na Praça (RJ): projeto de exibição de curtas-metragens em praças e escolas municipais de comunidades de baixa renda;
• visões da vida: o projeto oferece à população sessões gratuitas de cinema;
•Meninos do Morumbi (SP): associação formada por crianças e adolescentes que têm na prática musical uma forma de criar alternativas às drogas e à delinquência juvenil;
•fundo da infância e da Adolescência (fiA-MG): recursos destinados ao atendimento de políticas, programas e ações voltadas para o público infanto-juvenil em situação de risco social e pessoal.
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